quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Dieta da Traça #7

Título: Cidades de Papel
Autor: John Green
Nº de páginas: 301 páginas
Editora: Editorial Presença

Na minha opinião, toda a gente tem direito a um milagre. Provavelmente nunca serei atingido por um relâmpago, nem ganharei um Prémio Nobel, nem me tornarei ditador de uma pequena nação nas ilhas do Pacífico, nem terei cancro terminal do ouvido, nem entrarei em combustão espontânea. Mas se juntarmos todas as coisas improváveis, é provável que pelo menos uma delas aconteça a cada um de nós. Podia ter visto chover sapos. Podia ter pisado a superfície de Marte, Podia ter sido comido por uma baleia. Podia ter casado com a rainha de Inglaterra ou sobrevivido meses perdido no mar. Mas o meu milagre foi diferente. O meu milagre foi o seguinte: de todas as casas em todas as urbanizações de toda a Florida, acabei a viver ao lado da Margo Roth Spiegelman.



Quando comecei a ler este livro (Cidades de Papel), já tinha uma certa noção de alguns aspectos da história. Sabia que seria com adolescentes, na escola, que existiria uma rapariga especial que se comportava de maneira diferente às raparigas normais.
Estava céptica em relação ao livro. O embrulho parecia diferente à primeira vista, mais complexo, mas para mim, resumiu-se a uma história básica com a desculpa de algo mais profundo. Talvez o autor não tenha conseguido criar a história que pretendia, ou não conseguiu desenvolver o que tinha, ou então esta era exactamente a história que ele pretendia.  Mas para mim faltava algo, uma conclusão em relação ao tema, e não em relação às personagens. O tema principal, as cidades de papel, podia ter sido mais desenvolvido e estudado, mas de que maneira o tema afecta as pessoas na vida real e na história.


Bom Apetite

Traça